quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Informações sobre execução de pastor não são confirmadas


Os advogados do pastor iraniano que aguarda a decisão final sobre sua sentença de morte ainda não receberam uma confirmação oficial das autoridades de que seu cliente será executado, apesar de todas as informações de que sua morte é iminente
Rumores de uma execução iminente para o pastor Yousef Nadarkhani vazaram esta semana depois que uma fonte próxima aos advogados do pastor contatou a mídia internacional, informando que o tribunal havia assinado os papeis para a execução de Nadarkhani.
“O advogado ainda está aguardando a confirmação, mas ele soube que a execução já havia sido anunciada”, afirma Firouz Khandjani, membro do Conselho da Igreja do Irã, denominação à qual Yousef pertence. “Agora, estamos tentando entender exatamente o que aconteceu, porque as informações vieram de uma fonte confiável”.
O caso de Nadarkhani foi transferido recentemente para o líder supremo Aiatolá Khamenei, para que ele tomasse a decisão sobre a sentença de morte, mas legalmente o tribunal ainda tem a autoridade de emitir a ordem de execução, afirma Khandjani. Khamenei pode ou não tomar a decisão, e se o tribunal emitir a ordem de execução, o aiatolá teria a autoridade de anulá-la.
Apesar de os advogados de Nadarkhani não terem recebido a confirmação por escrito, Khandjani afirma estar preocupado, pois o governo desconsidera suas próprias leis e processos legais ao tratar os cristãos. Diversos prisioneiros já foram executados sem aviso.
Nadarkhani falou com sua esposa por telefone no dia 22 de fevereiro, e o Centro Americano da Lei e Justiça (veja link) afirma que ele ainda está vivo.
“Temos que continuar orando e falando sobre a situação dos cristãos no Irã, porque é um momento de tensão para o povo”.  Os cristãos no Irã são repetidamente presos e interrogados. O caso de Nadarkhani não é algo fora do comum no país.
Para agir em favor de Yousef Nadarkhani, acesse http://aclj.org/iran/save-christian-pastor-nadarkhani-iranian-death-sentence
Fonte: Compass Direct - via Missão Portas Abertas
TraduçãoDeborah Stafussi
  
Meus queridos irmãos, vamos orar por esse servo de DEUS que não negou o nome de JESUS mas continua firme na esperança, que se perder esta vida aqui ganhára a vida eterna com o SENHOR JESUS na glória eterna. Orem tambem pela familia do nosso irmão, pois está sofrendo muito diante do momento curciante que passa o pastor.
DEUS abençoe todos aqueles que tem se preocupado com nossos pastores e missionários que nesse momento estão sofrendo porque estão fazendo a obra de DEUS, mesmo diante de duras perseguições.
 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Marisa Lobo rejeita determinação do Conselho de Psicologia e reafirma que não vai negar sua fé.

Marisa Lobo rejeita determinação do Conselho de Psicologia e reafirma que não vai negar sua fé

Após terminar, na última sexta-feira (24), o prazo imposto pelo Conselho Regional de Psicologia do estado do Paraná (CRP/PR), à psicóloga Marisa Lobo, para que ela retirasse das redes sociais todas as menções à sua fé cristã, ela afirmou que nunca negará sua fé em Cristo.
A psicóloga recebeu no dia 09 de fevereiro uma determinação do CRP obrigando-a a retirar, em 15 dias, todo conteúdo de seu blog e Twitter que vincule sua profissão a posicionamentos religiosos, sob pena de perder seu registro profissional no conselho caso não acatasse a decisão. A determinação foi fruto de uma denúncia feita por um grupo de ativistas de um movimento gay contra a psicóloga.
A decisão do conselho foi repudiada por diversos parlamentares evangélicos, como o pastor e deputado federal Marco Feliciano, o senador Magno Malta, o deputado João Campos, que é presidente da Frente Parlamentar Evangélica, e o deputado Roberto de Lucena. Os parlamentares manifestaram apoio à psicóloga, e Feliciano classificou o caso como perseguição religiosa.
Não acatando a ordem do conselho profissional, Marisa Lobo Redigiu um documento de 3 páginas contendo sua defesa contra a determinação. Nesse documento, publicado também em seu blog, ela reafirma sua fé e lembra seu direito constitucional de professar publicamente sua convicção religiosa. Marisa citou em sua defesa o inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal, que garante ser “inviolável a liberdade de consciência e de crença”, ela citou ainda a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário, que também garante o direito à liberdade religiosa.
Ela afirmou ainda que não vai acatar a decisão de retirar da internet conteúdos que vinculem a psicologia a sua fé, e escreveu: “não nego minha fé, não nego meu Deus, não nego meu Jesus, pois creio ser Ele o único Salvador da minha vida”.
“Pode este conselho tomar as devidas providências quanto ao meu caso que lhe convier, quanto a mim lutarei pelos meus direitos, crendo na sociedade, crendo no parlamento, crendo na justiça do homem, na constituição do meu país e crendo principalmente no Deus que sirvo que me dará a vitória”, concluiu a psicóloga, que terminou o documento dizendo: “Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor. Tenho orgulho de ser cristã”.
Fonte: Gospel+

Irmãos, vamos continuar orando pela nossa irmã Marisa Lobo. Ela está fazendo um excelente tratabalho em pról do bem da sociedade em geral  e tambem paraq exaltação do Reino de DEUS na terra. Quando da sua palestra no Forum do Fenasp Aqui em Palmas, no final de janeiro de 2012, foi uma benção.
Os levante é porque o trabalho que esta serva de DEUS está fazendo a nível de Brasil, realmente sacode o reino das trevas... mas creio que DEUS vai exaltar esta filha dele, e mais uma vez satanás será derrotado em nomde JESUS CRISTO.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Governo Federal se manifesta contra ministro e garante que não quer confronto com evangélicos

Uma declaração do Secretário Geral da Presidência da República, o ministro Gilberto Carvalho (PT), causou um grande mal estar entre o Palácio do Planalto e o eleitorado evangélico. O ministro havia dito que governo deve reagir e não permitir que a mídia de massa fique à mercê dos discursos conservadores das igrejas evangélicas.
O ministro afirmou, durante o Fórum Social em Porto Alegre, que o PT deve usar o espaço midiático para propagar suas ideologias, e que “é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.
As afirmações causaram um grande desconforto entre o governo e os evangélicos, que reagiram imediatamente se manifestando contra a declaração de Carvalho. Essa reação fez com o que a presidente Dilma Rousseff se manifestasse afirmando que a opinião do ministro não é compartilhada pelo governo.
De acordo com o site Radar online, da revista Veja, o Planalto publicou uma nota afirmando que a declaração do Secretário Geral da Presidência da República “não é uma posição do governo Dilma, que tem respeito pelos evangélicos, mas uma posição pessoal do ministro, que na verdade estava fazendo uma análise política”.
O colunista Lauro Jardim comentou o tema afirmando que “faíscas e problemas com a turma evangélica é tudo o que Dilma Rousseff não quer”.
Fonte: Gospel+